18 maio 2009

Segunda-Feira maneira


"Você nunca vai saber antes de conhecer"
Dean La Tourrette - surfista

27 abril 2009

Ajude a acabar com este pesadelo!


O Estado do Rio Grande do Sul detém um marca inadmissível: Morrem mais pessoas vítimas de redes ilegais de pesca do que com ataques de tubarões na África.
Desde 1983, em nosso Estado, 48 famílias foram rasgadas em dor e sofrimento com a perda de entes queridos, e até hoje ninguém, absolutamente ninguém foi responsabilizados por estes crimes.
Nestes anos, muito se evoluiu, foram campanhas educativas, comissões na Assembléia Legislativa, repercussão na mídia, programas de governo, luta de abnegados, até se chegar à criação de Leis que delimitam e sinalizam as áreas de surf e de pesca.
Apesar disso, estamos longe, muito longe de termos tranqüilidade com esta situação, nos falta à sinalização e demarcações de muitas áreas, fiscalização efetiva, conscientização de todos os segmentos e punição dos culpados.
O Blog SURFSEGURO busca a continuidade desta luta, pela centralização das ações, por uma representatividade efetiva para os surfistas e familiares, pela visibilidade, pela pressão aos órgãos competentes e, sobretudo pelo fim das tragédias em armadilhas humanas nos nossos mares.
Esta idéia busca a conscientização e participação de todos os surfistas, familiares, comunidade em geral, entidades e todos os segmentos do surf para se engajarem nesta luta.
O SURF SEGURO acredita que através da organização das pessoas que tenham comprometimento apenas com seus valores éticos e morais é que se pode buscar uma sociedade mais fraterna, justa e perfeita.
Seremos uma idéia de luta, construída e sedimentada na indignação e na dor das tragédias ocorridas, mas, sobretudo teremos o olhar firme para o futuro, sabemos que com ações concretas poderemos construir um futuro mais seguro para as próximas gerações de surfistas.
Por tudo isso, precisamos do apoio, da participação, carregue esta bandeira, lute organizadamente conosco, façamos que a união de esforços consciente alcance os objetivos que todos esperam.
Pelo fim das mortes de surfistas em rede de pesca, pela preservação das nossas praias e espécies, pela conservação do meio ambiente!

SURF SEGURO DEPENDE DE NÓS, PARTICIPE!!!

08 abril 2009

O Pontão dos Rastas

Vista aérea do Pontào num dia clássico.

Numa noite gelada no início do século XVIII, um navio de piratas carregado com escravos jamaicanos roubados de um galeão Inglês, naufragou quando bateu no recife conhecido por Laje do Maluco. Os Piratas, na ânsia de salvar a sua carga, tiveram que libertá-la. E assim, nessa manobra arriscada, os que não desapareceram no mar, perderam a vida nas mãos de seus prisioneiros. Os escravos, levados pela corrente de sul, foram parar numa praia de ondas enormes e violentas. Acabaram estabelecendo-se ali, devido à beleza do lugar e por se sentirem protegidos pelas grutas daquela enorme ponta de mato e rocha. Seus descendentes estão lá até hoje e criaram um reduto da excêntrica culinária Jamaicana. Três séculos de dominação inglesa na Jamaica, asseguraram o sabor dos bolos de frutas, das carnes estufadas de carneiros e das geléias de pimenta e gengibre. Os indianos, contratados pelos ingleses, para trabalhar nas novas culturas (Jamaica) embarcaram com a magia da mistura de várias especiarias. Assim vocês podem ter uma idéia do que rola por lá hoje em dia; um reduto de rastafaris especialistas em culinária jamaicana. Este é um pequeno resumo da história do“Pontão dos Rastas”, como passou a ser conhecida pela galera, esta linda baía no sul de Wavetoon. Quando a ondulação está de sul e vento vira para nordeste, pode ir para o Pontão que estará clássico, sem chance de errar. Se você tiver coragem de saltar na guilhotina, vai surfar esquerdas e direitas tubulares, perfeitas e pesadas. Depois de passar por essa experiência, nada melhor que comer um carneiro ao curry no restaurante do meu amigo Hailé, que apesar de vegetariano proporciona estas surpresas para os amigos. Após o banquete, é relaxar e dar boas gargalhadas degustando suas ervas aromáticas com os pés sobre a mesa.

Momento de descontração no restaurante do Hailé (sentado no guarda-corpo)

O Hailé, me abriu a receita do famoso Carneiro ao Curry e convida-os a frequentar o lugar. Manjar dos deuses!!! Vale a pena conferir.
Segue aí o presente do Hailé!!!
Ingredientes
- 500 gr de carneiro em cubos médios
- 3 colher(es) (sopa) de óleo de soja
- 1 unidade(s) de cebola picada(s)
- 1 dente(s) de alho picado(s)
- 2 colher(es) (chá) de gengibre picado(s)
- 2 colher(es) (chá) de curry em pó
- 1 colher(es) (sopa) de pimenta dedo-de-moça picada(s), sem semente(s)
- 2 unidade(s) de cardamomo
- 2 colher(es) (sopa) de côco ralado(s)
- 1 xícara(s) (chá) de extrato de tomates
- 2 xícara(s) (chá) de água
- 1 colher(es) (sopa) de coentro picado(s)
- quanto baste de sal
Preparação: Aqueça uma panela de pressão e acrescente o óleo. Sele o carneiro e reserve. Refogue a cebola na mesma panela. Quando estiver ligeiramente dourada acrescente o alho, o gengibre, a pimenta, o côco ralado e mexa bem. Volte a carne para a panela, acrescente o extrato de tomate, o curry, o cardamomo e a água. Tempere com um pouco de sal, feche a panela e deixe cozinhar por 45 minutos. Sirva acompanhado de arroz jasmim ou arroz branco.- Se você não tiver uma panela de pressão você deve cozinhar em fogo baixo por 3 horas, acrescentando água se necessário.

06 abril 2009

Segunda-feira maneira.

"Relógios, calendários, horários, reuniões, telefonemas, e-mails, correio tradicional, almoços de negócios muito importantes , merda na TV a cabo, quinhentos canais de seja o que for, viagens para o shopping, ao bar, ao supermercado, aquele lugar, a um outro, ao lugar que eles vendem aquelas coisas e outros detritos.
Ou não!
Há sempre uma escolha, às vezes é simplesmente difícil de lembrar isso."
Steven Kotler (surfista e regresso, escritor)

01 abril 2009

SURF& ZEN



Quem diria que o surfe seria, um dia, comparado à prática da meditação? Quem afirma é a monja zen budista, Isshin Havens que, aos 59 anos, resolveu aprender a surfar e descobriu que o esporte tem tudo a ver com o zen!
A Monja que já esteve aqui em Wavetoon para falar aos nativos da ilha sobre o Zen e a Meditação deu esta entrevista para a rede RBS TV instigando a imaginação dos surfistas.Saiba mais sobre ligação entre estas artes clicando no Zendo Surf.

30 março 2009

Segunda-feira maneira.

"Nestes últimos 15 anos de estrada, venho mantendo um registo mental de quantas ondas não surfadas e sem nome eu vi com meus próprios olhos. Acho que o número está entre oito e dez mil. Quando eu estou num pico crowdeado e tenso sempre tento pensar nisso e tudo fica bem." Chris Malloy (surfista, ativista verde)

22 março 2009

Segunda-feira maneira.

"Depois de estar há algum tempo na estrada, as melhores lembranças passam a ser aqueles dias mágicos vividos em casa."
Peter Devries (surfista, competidor)

15 março 2009

Segunda-feira maneira.

Surf + um Sorriso + Espirito Aloha = O Presente da Vida!
James Leonen (surfista, waterman, músico)

09 março 2009

Segunda-feira maneira.

Destino de Cada Homem é o Seu Maior Prazer
No ser vivo toda a necessidade essencial, que brota do próprio ser e não lhe advém de fora acidentalmente, vai acompanhada de voluptuosidade. A voluptuosidade é a cara, a facies da felicidade. E todo o ser é feliz quando satisfaz o seu destino, isto é, quando segue a encosta da sua inclinação, da sua necessidade essencial, quando se realiza, quando está a ser o que é na verdade. Por esta razão Schlegel dizia, invertendo a relação entre voluptuosidade e destino: «Para o que nos agrada temos gênio». O gênio, isto é, o dom superlativo de um ser para fazer alguma coisa tem sempre simultaneamente uma fisionomia de supremo prazer. Num dia que está próximo e graças a uma transbordante evidência vamo-nos ver surpreendidos e obrigados a descobrir o que agora somente parecerá uma frase: que o destino de cada homem é, ao mesmo tempo, o seu maior prazer.
Ortega y Gasset

02 março 2009

Segunda-feira maneira.

"O surf foi conduzido como um culto e é um culto. Estive durante muito tempo nesta coisa tribal. Enquanto tribo, os surfistas procuram todos, algo que o homem normal da rua não faz idéia do que é. Os surfistas agora estão se tornando respeitáveis, houve muita gente que se esforçou por isso, o que é ótimo. Mas nós sabemos que estamos envolvidos numa coisa diferente."
Nat Young – campeão mundial em 1966

16 fevereiro 2009

Segunda-feira maneira.

"A parte divertida do surf é que você não precisa ganhar de alguém para se sentir um campeão."
Terry Tubesteack Tracey (surfista, legend, ícone cultural dos 60')

10 fevereiro 2009

Tim Winton narra, em 'Fôlego', saga de um surfista adolescente.

Quem não pega onda, espere só um segundo. Porque, se alguém aí pega, melhor remar já para a livraria: mais raro que o surf em primeiro plano – como paixão central de um livro de ficção – só mesmo esse livro ser uma beleza. Agora sim os demais: quem estiver cansado de jogos de linguagem, em busca de enredo ágil, escrito com sutileza e fluência, sem medo da emoção – “o humor e a dor entrelaçados a uma soberba simplicidade”, como escreveu Bukowski sobre Pergunte ao pó, de John Fante – terá no romance Fôlego (Tradução: Juliana Lemos, Argumento, 256 páginas, R$ 32), do australiano Tim Winton, de 48 anos, o exemplo de uma narrativa que desliza com elegância por todas as ondas.
O olhar adulto – quatro décadas depois – do paramédico Bruce Pikelet sobre a própria adolescência na Austrália dos anos 1970, entre a apatia dos habitantes de sua cidade natal (incluindo os pais) e o fascínio com a descoberta do surf nas redondezas, ao mesmo tempo que confere maturidade às lembranças mais extraordinárias – e elas são muitas – também deixa transparecer com precisão as hesitações e excitações da época. Na literatura enxuta do premiado Tim Winton – autor de contos, romances, ensaios e livros infanto-juvenis adorados por lá e desconhecidos por aqui – os silêncios dão a dimensão e a graça dos personagens, tanto naquilo que disfarçam em diálogos quanto nos momentos de dúvida, raiva e entrega.
Amigos opostos
É assim que Pikelet vai se revelando e (re)descobrindo seus limites e os dos outros, num quarteto que inclui o corajoso e inconsequente amigo Loonie, o guru místico do surf Sando, e a mal-humorada e misteriosa esposa dele, Eva. Com temperamentos opostos, mas gostos em comum, Pikelet e Loonie crescem entre desafios declarados e secretos, e cada vez mais arriscados (como prender a respiração e enfrentar ondas gigantes), naquela linha entre a amizade e a competição que fica ainda mais tênue quando passam a disputar a atenção de Sando, o melhor surfista do pedaço. Contra a vontade dos pais, os garotos frequentam sua casa de madeira, onde uma Kombi velha, um cachorro vermelho, pranchas novas, muita maconha e brigas com Eva compõem o exotismo que os encanta e fisga para além do esporte.
Cada vez que Pikelet recua – ou encolhe os ombros, sem saber reagir – ali está um menino a procura de si mesmo, tateando aventuras e relações como quem avalia em que ponto a coragem vira imprudência; a sabedoria, vaidade; a rejeição, autodesprezo. Como em muitos romances de formação, o protagonista tenta se situar no mundo à medida que enfrenta o medo e se rebela contra os padrões, mas, em Fôlego, é apenas ao mergulhar de cabeça no extremo oposto – simbolizado pela adrenalina do surf – que ele concebe outras arestas com que se preocupar, algumas das quais, uma vez rompidas, nunca mais se recompõem. Inebriado pelo poder de fazer tão cedo algo tão belo e viril, Pikelet vê seu desconforto se estender do tédio da rotina sem as ondas aos prazeres e riscos da vida sobre elas.
Ritos de passagem
Uma vida cujo estilo lhe impõe (quase) à força os ritos de passagem da juventude, oferecendo as fontes de comparação que faltavam entre o menino que ele foi e o homem que ele quer ser. Da casa dos pais à de Sando, das garotas a Eva, dos conterrâneos a Loonie, da escola ao mar, da monotonia à maluquice, da solidão à liberdade, dos livros de aventuras à vivência delas, há um adulto em (re)construção – atrás de um sentido – e um autor em estado de graça. O pouco que sabemos do Pikelet de hoje já tem peso suficiente para expor não só o abalo que sua adolescência alternativa produziu, mas também o impacto da história de Tim Winton. Se, por um lado, ele lembra Hemingway, com o culto natural e a narrativa mareada de leveza, por outro usa o surf como Nick Hornby usou o rock em Alta fidelidade, como uma paixão que, manifestada em detalhes, fala mais sobre os personagens do que sobre o objeto em si.
Daí sua habilidade – rara em uma literatura contemporânea como, por exemplo, a brasileira – em atingir tanto a surfistas quanto a meros banhistas literários, de novos a calejados leitores, dos jovens aos antigos. Oscilando entre o clássico e o atual, entre maturidade e inocência, sofisticando por dentro o atrativo popular, em pleno domínio da difícil arte de escrever fácil, Tim Winton dá a Fôlego o tom preciso para um romance de alto nível, acessível e cativante do início ao fim. Holden Caulfield, no clássico O apanhador no campo de centeio, de J.D. Salinger, dizia que “bom mesmo é o livro que quando a gente acaba de ler fica querendo ser um grande amigo do autor, para se poder telefonar para ele toda vez que der vontade”. Pois aí está um capaz de deixar muito marmanjo, no mínimo, querendo mandar um e-mail.
Felipe Moura Brasil, jornalista e escritor, JB Online

09 fevereiro 2009

Segunda-feira maneira.

"Os melhores momentos foram aqueles em que não busquei as melhores ondas, mas aqueles em que as melhores ondas me encontraram a mim."
Pedro Arruda (http://ondas.weblog.com.pt/)

06 fevereiro 2009

Lambari

Este é o cara mais galinha que eu conheço! Ele tem uma traineira chamada “Argos” e um cachorro com nome de Jasão. Assim foi inevitável que o pessoal começasse a chamá-los de “Lambari e os Argonautas”. O cara é doidão e completamente atirado, faz coisas que a gente não imagina nem em sonho, como por exemplo, dropar uma onda de 20 pés com sua traineira.
Eu fico impressionado com a sua capacidade de fazer amigos. Além da galera, prostitutas, traficantes, degredados, playboys, grã-finos e toda espécie de gente, adoram o cara. Só tem uma coisa que realmente faz o Lambari perder o controle: ver alguém jogando lixo no mar ou em qualquer lugar. Sai de perto, porque o cara vira bicho! Quando o mar está enorme ele é o parceiro ideal pra dar a caída, tem experiência, atitude e conhece profundamente todos os picos de onda grande em Wavetoon. Durante muitos anos surfou sozinho em Mustang’s que, como vocês podem ver no mapa, é uma laje bem longe da praia ao sul da ilha. Quando era adolescente, ia num barquinho de madeira com motor de popa até o pico, ancorava e fazia a sessão solitário. Depois passava por mentiroso. Um dia um amigo de seu pai, sobrevoando a ilha durante uma ressaca, reconheceu o bote vermelho do Lambari ancorado no meio do mar. O cara começou a dar rasantes achando que ele estava a deriva, que era um náufrago. Não pôde acreditar quando viu o moleque dropar uma massa de água com 15 pés. Bom, o resto vocês podem imaginar...

03 fevereiro 2009

Segunda-feira maneira.

Quem é que precisa de razões quando se tem ondas?"
Mark Renton ( Citado por Manuel Castro no blog português Ondas)

28 janeiro 2009

A Falésia do Graal

Quem se aproxima, por ar, por terra, ou por mar da falésia do Graal, não consegue ficar indiferente ao ruído e a beleza do lugar. É uma cena de tirar o fôlego! Sobre ela, deságua o Rio Da Busca em várias cachoeiras que despencam sobre o oceano. É um espetáculo único na terra, e um surf spot jamais visto. Além de coragem para surfar por lá, tem que conhecer bem o lugar. As ondas, quando em condições ideais, são extremamente perfeitas, mas exigem atenção máxima. A colocação é fundamental, pois há seções em que o surfista terá que passar entre a parede da onda e as quedas da água. Um erro pode fazer a diversão virar pesadelo. Fica ao norte de Wavetoon numa região de falésias. Uma delas, corroída por séculos de erosão, transformou-se na forma de um enorme cálice, batizado de Graal não se sabe por quem. A melhor maneira de chegar lá é de barco. Quem for de carro, terá inevitavelmente, que se atirar da falésia se quiser pegar as ondas. É um verdadeiro rito de passagem que muitos não conseguem realizar. Mas quem saltar de lá num dia clássico, e pegar aquelas ondas,...bem... nunca mais será a mesma pessoa.

26 janeiro 2009

Segunda-feira maneira.

Existe um velho ditado de Porto Rico que é frequentemente usado quando alguém é surpreendido por uma boa performance em um equipamento desprezível: “No es la flecha sino el indio. Tradução:” Não é a flecha, é o índio!” Ou seja: Não interessa a prancha que você usa, mas sim a maneira como você a surfa.
Steve Fitzpatrick (surfista e fotógrafo)

21 janeiro 2009

A Laje Waiitoma

A laje Waiitoma é um point break na saída sul de Wavetoon. Como a entrada para a praia fica escondida por um mato bem denso, não é possível visualizá-la da estrada, e assim fica difícil perceber que existe alguma coisa ali além de mar aberto. Quando Waiitoma está funcionando, quebram direitas e esquerdas perfeitas, com várias seções que permitem um variado repertório de manobras, ou simplesmente deslizar até as pernas tremerem. O rochedo da beira da praia tem uma forma bem sugestiva de mão que dá o seu recado imediatamente aos que chegam lá pela primeira vez. Cuidado, a praia é freqüentada por umas figuras nada amistosas que se dizem locais, e que se auto-intitulam os Bigorna brother’s.

19 janeiro 2009

Segunda-feira maneira.



“Existem aqueles de vocês que amam sua relação com o mar. A maravilha disso revela-se na busca, no encontrar, no observar e surfar as ondas dos oceanos. Quão sortudos são vocês, por terem encontrado uma inspiração tão profunda para suas vidas. Sejam conscientes. Respeitem e ajudem aos outros. Sejam orgulhosos mas não arrogantes. Busquem maneiras de ajudar seus companheiros de jornada, porque para vocês foi dado muito.”
Christopher Speakman (surfista e fotógrafo)

15 janeiro 2009

Palestra sobre Zen e Surf

A Monja zen budista Isshin Havens depois de visitar Wavetoon, vai falar agora aos surfistas gaúchos e simpatizantes, sobre a profunda ligação do Zen com a arte do surf e inicia-los aos primeiros passos na prática do zazen, a meditação praticada nos mosteiros e centros budistas. O encontro será no Yázigi Menino Deus, às 19h30min do dia 21 de janeiro de 2009.

A Monja teve alguns contatos com o surf nos anos de 2006 e 2007, e nestas ocasiões percebeu que os surfistas, ou qualquer pessoa que conseguir deslizar numa onda, imediatamente atinge um estado mental chamado de “samadhi” entre os budistas. Esta alteração de consciência é semelhante a que alcançam meditadores com a prática Zen.

O objetivo do encontro é mostrar aos surfistas, que já conhecem este estado de consciência, como eles podem através da prática do zazen e do surf, entrar em “samadhi” não só durante as práticas, mas em todos os momentos das suas vidas.

A entrada é franca e as vagas são limitadas.
Inscrições pelo número (51) 3013.1908


O Que: Palestra sobre Zen e Surf

Onde: No Yázigi Menino Deus
Rua Botafogo 713 (quase esquina Av. Getúlio Vargas) Menino Deus, Porto Alegre, RS.

Quando: dia 21 de janeiro às 19h30min