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27 abril 2009

Ajude a acabar com este pesadelo!


O Estado do Rio Grande do Sul detém um marca inadmissível: Morrem mais pessoas vítimas de redes ilegais de pesca do que com ataques de tubarões na África.
Desde 1983, em nosso Estado, 48 famílias foram rasgadas em dor e sofrimento com a perda de entes queridos, e até hoje ninguém, absolutamente ninguém foi responsabilizados por estes crimes.
Nestes anos, muito se evoluiu, foram campanhas educativas, comissões na Assembléia Legislativa, repercussão na mídia, programas de governo, luta de abnegados, até se chegar à criação de Leis que delimitam e sinalizam as áreas de surf e de pesca.
Apesar disso, estamos longe, muito longe de termos tranqüilidade com esta situação, nos falta à sinalização e demarcações de muitas áreas, fiscalização efetiva, conscientização de todos os segmentos e punição dos culpados.
O Blog SURFSEGURO busca a continuidade desta luta, pela centralização das ações, por uma representatividade efetiva para os surfistas e familiares, pela visibilidade, pela pressão aos órgãos competentes e, sobretudo pelo fim das tragédias em armadilhas humanas nos nossos mares.
Esta idéia busca a conscientização e participação de todos os surfistas, familiares, comunidade em geral, entidades e todos os segmentos do surf para se engajarem nesta luta.
O SURF SEGURO acredita que através da organização das pessoas que tenham comprometimento apenas com seus valores éticos e morais é que se pode buscar uma sociedade mais fraterna, justa e perfeita.
Seremos uma idéia de luta, construída e sedimentada na indignação e na dor das tragédias ocorridas, mas, sobretudo teremos o olhar firme para o futuro, sabemos que com ações concretas poderemos construir um futuro mais seguro para as próximas gerações de surfistas.
Por tudo isso, precisamos do apoio, da participação, carregue esta bandeira, lute organizadamente conosco, façamos que a união de esforços consciente alcance os objetivos que todos esperam.
Pelo fim das mortes de surfistas em rede de pesca, pela preservação das nossas praias e espécies, pela conservação do meio ambiente!

SURF SEGURO DEPENDE DE NÓS, PARTICIPE!!!

01 abril 2009

SURF& ZEN



Quem diria que o surfe seria, um dia, comparado à prática da meditação? Quem afirma é a monja zen budista, Isshin Havens que, aos 59 anos, resolveu aprender a surfar e descobriu que o esporte tem tudo a ver com o zen!
A Monja que já esteve aqui em Wavetoon para falar aos nativos da ilha sobre o Zen e a Meditação deu esta entrevista para a rede RBS TV instigando a imaginação dos surfistas.Saiba mais sobre ligação entre estas artes clicando no Zendo Surf.

10 fevereiro 2009

Tim Winton narra, em 'Fôlego', saga de um surfista adolescente.

Quem não pega onda, espere só um segundo. Porque, se alguém aí pega, melhor remar já para a livraria: mais raro que o surf em primeiro plano – como paixão central de um livro de ficção – só mesmo esse livro ser uma beleza. Agora sim os demais: quem estiver cansado de jogos de linguagem, em busca de enredo ágil, escrito com sutileza e fluência, sem medo da emoção – “o humor e a dor entrelaçados a uma soberba simplicidade”, como escreveu Bukowski sobre Pergunte ao pó, de John Fante – terá no romance Fôlego (Tradução: Juliana Lemos, Argumento, 256 páginas, R$ 32), do australiano Tim Winton, de 48 anos, o exemplo de uma narrativa que desliza com elegância por todas as ondas.
O olhar adulto – quatro décadas depois – do paramédico Bruce Pikelet sobre a própria adolescência na Austrália dos anos 1970, entre a apatia dos habitantes de sua cidade natal (incluindo os pais) e o fascínio com a descoberta do surf nas redondezas, ao mesmo tempo que confere maturidade às lembranças mais extraordinárias – e elas são muitas – também deixa transparecer com precisão as hesitações e excitações da época. Na literatura enxuta do premiado Tim Winton – autor de contos, romances, ensaios e livros infanto-juvenis adorados por lá e desconhecidos por aqui – os silêncios dão a dimensão e a graça dos personagens, tanto naquilo que disfarçam em diálogos quanto nos momentos de dúvida, raiva e entrega.
Amigos opostos
É assim que Pikelet vai se revelando e (re)descobrindo seus limites e os dos outros, num quarteto que inclui o corajoso e inconsequente amigo Loonie, o guru místico do surf Sando, e a mal-humorada e misteriosa esposa dele, Eva. Com temperamentos opostos, mas gostos em comum, Pikelet e Loonie crescem entre desafios declarados e secretos, e cada vez mais arriscados (como prender a respiração e enfrentar ondas gigantes), naquela linha entre a amizade e a competição que fica ainda mais tênue quando passam a disputar a atenção de Sando, o melhor surfista do pedaço. Contra a vontade dos pais, os garotos frequentam sua casa de madeira, onde uma Kombi velha, um cachorro vermelho, pranchas novas, muita maconha e brigas com Eva compõem o exotismo que os encanta e fisga para além do esporte.
Cada vez que Pikelet recua – ou encolhe os ombros, sem saber reagir – ali está um menino a procura de si mesmo, tateando aventuras e relações como quem avalia em que ponto a coragem vira imprudência; a sabedoria, vaidade; a rejeição, autodesprezo. Como em muitos romances de formação, o protagonista tenta se situar no mundo à medida que enfrenta o medo e se rebela contra os padrões, mas, em Fôlego, é apenas ao mergulhar de cabeça no extremo oposto – simbolizado pela adrenalina do surf – que ele concebe outras arestas com que se preocupar, algumas das quais, uma vez rompidas, nunca mais se recompõem. Inebriado pelo poder de fazer tão cedo algo tão belo e viril, Pikelet vê seu desconforto se estender do tédio da rotina sem as ondas aos prazeres e riscos da vida sobre elas.
Ritos de passagem
Uma vida cujo estilo lhe impõe (quase) à força os ritos de passagem da juventude, oferecendo as fontes de comparação que faltavam entre o menino que ele foi e o homem que ele quer ser. Da casa dos pais à de Sando, das garotas a Eva, dos conterrâneos a Loonie, da escola ao mar, da monotonia à maluquice, da solidão à liberdade, dos livros de aventuras à vivência delas, há um adulto em (re)construção – atrás de um sentido – e um autor em estado de graça. O pouco que sabemos do Pikelet de hoje já tem peso suficiente para expor não só o abalo que sua adolescência alternativa produziu, mas também o impacto da história de Tim Winton. Se, por um lado, ele lembra Hemingway, com o culto natural e a narrativa mareada de leveza, por outro usa o surf como Nick Hornby usou o rock em Alta fidelidade, como uma paixão que, manifestada em detalhes, fala mais sobre os personagens do que sobre o objeto em si.
Daí sua habilidade – rara em uma literatura contemporânea como, por exemplo, a brasileira – em atingir tanto a surfistas quanto a meros banhistas literários, de novos a calejados leitores, dos jovens aos antigos. Oscilando entre o clássico e o atual, entre maturidade e inocência, sofisticando por dentro o atrativo popular, em pleno domínio da difícil arte de escrever fácil, Tim Winton dá a Fôlego o tom preciso para um romance de alto nível, acessível e cativante do início ao fim. Holden Caulfield, no clássico O apanhador no campo de centeio, de J.D. Salinger, dizia que “bom mesmo é o livro que quando a gente acaba de ler fica querendo ser um grande amigo do autor, para se poder telefonar para ele toda vez que der vontade”. Pois aí está um capaz de deixar muito marmanjo, no mínimo, querendo mandar um e-mail.
Felipe Moura Brasil, jornalista e escritor, JB Online

15 janeiro 2009

Palestra sobre Zen e Surf

A Monja zen budista Isshin Havens depois de visitar Wavetoon, vai falar agora aos surfistas gaúchos e simpatizantes, sobre a profunda ligação do Zen com a arte do surf e inicia-los aos primeiros passos na prática do zazen, a meditação praticada nos mosteiros e centros budistas. O encontro será no Yázigi Menino Deus, às 19h30min do dia 21 de janeiro de 2009.

A Monja teve alguns contatos com o surf nos anos de 2006 e 2007, e nestas ocasiões percebeu que os surfistas, ou qualquer pessoa que conseguir deslizar numa onda, imediatamente atinge um estado mental chamado de “samadhi” entre os budistas. Esta alteração de consciência é semelhante a que alcançam meditadores com a prática Zen.

O objetivo do encontro é mostrar aos surfistas, que já conhecem este estado de consciência, como eles podem através da prática do zazen e do surf, entrar em “samadhi” não só durante as práticas, mas em todos os momentos das suas vidas.

A entrada é franca e as vagas são limitadas.
Inscrições pelo número (51) 3013.1908


O Que: Palestra sobre Zen e Surf

Onde: No Yázigi Menino Deus
Rua Botafogo 713 (quase esquina Av. Getúlio Vargas) Menino Deus, Porto Alegre, RS.

Quando: dia 21 de janeiro às 19h30min

25 dezembro 2008

Iki Campeão do Billabong Colegial

Luiz Henrique o "Iki", no último domingo dia 21 de dezembro, em Torres no Rio Grande do Sul, conquistou dois títulos do circuito BILLABONG COLEGIAL 2008, o de campeão na categoria B (de 15 a 16 anos) e de vice-campeão na categoria C (de 17 a 18 anos).
Parabéns irmãozinho, você descobriu que pode!

22 dezembro 2008

Deu na Revista Surf Portugal

O Mundo de Wavetoon
Todas as comunidades precisam dos seus mitos, narrativas simbólicas que dão um sentido à existência de quem delas faz parte. Quanto mais simples, elementares e partilháveis por todos, mais eficazes são os mitos, ao mesmo tempo que mais resistente se torna a comunidade. Fernando Pessoa, aliás, resumiu bem a importância do mito numa frase bem conhecida da Mensagem: “o mito é o nada que é tudo”. O surf não é excepção. Tem os seus mitos, por todos partilhados, independentemente da idade, do tempo de surf, do sítio onde surfam e, não menos relevante, da origem social. Se existe uma comunidade de surfistas é porque há algo que nos une para além da experiência tangível de deslizar nas ondas. E o que nos une é aparentemente uma mão-cheia de nadas, que, para nós, é, no entanto, de facto, tudo.Experimentem explicar a um não-surfista o mundo para o qual somos projectados quando pensamos em pranchas em cima dos carros e na descoberta de um point-break perfeito com ondas que quebram alinhadas, sopradas por um vento ligeiro, sem ninguém dentro de água. Para nós isto é tudo. Uma realidade com um sentido imediato e que, além do mais, é apreensível por todos. Para um não-surfista, estou certo, é um nada.Lembrei-me disto da primeira vez que conheci Wavetoon. Wavetoon que foi, primeiro, um site na net, para depois se tornar num livro de BD, à imagem das pequenas “histórias de quadradinhos” que inundaram as nossas infâncias. Curiosamente, tal como muitas dessas histórias, também Wavetoon nos chega do Brasil. Mas Wavetoon é acima de tudo um lugar onde se condensam todos os mitos do surf. Wavetoon é um pedaço de terra com todas as ondas possíveis: beach-breaks, reefs, point-breaks, outer-reefs. As imagens que nos chegam mostram-nas sempre a quebrar perfeitas – “a natureza foi generosa conosco e nos deu uma costa repleta de picos alucinantes”. Acima de tudo, Wavetoon remete-nos para todos os mitos fundadores do surf e para as suas imagens mais fortes. Nas histórias que são contadas encontram-se todos os elementos da nossa mitologia: “a estrada de terra pouco explorada e a praia deserta simbolizando nossa gana por caminhos inéditos e desconhecidos, o carro que nos faz nómadas modernos, a prancha, nosso veículo para a transcendência, as ondas, nosso objectivo final, nosso mestre, (e os amigos), representando (...) a cumplicidade que resulta desses momentos”.A história de Wavetoon é a história do surf simplificada e com lugar geográfico indeterminado. Dos primórdios em que o surf era um rito, passando pela descoberta de novas ondas e o desafiar de novas fronteiras, pela revolução que ocorreu na praia na passagem dos anos sessenta para os setenta, até às ondas crowdeadas dos nossos dias, está lá tudo. Como estão também as histórias mitificadas, repletas de personagem do assombro, os tubarões e os piratas (“diz a lenda que a primeira prancha de surf que apareceu em Wavetoon, foi uma Alaia trazida por um pirata. É incrível, mas foi isso mesmo que aconteceu. Por volta de 1600”); os pioneiros, lendas do passado que primeiro desafiaram mares gigantes e também os verões perfeitos, que nos acompanham toda a vida. E, claro, os temas dominantes da nossa experiência: as viagens, o corpo exaurido depois de um longo dia de surf com os amigos e a elegância feminina no surf, mas, também, nas praias.Wavetoon é-nos revelada em tiras de BD de traços infantis. Mas o que poderia afastar um adulto daquele imaginário tem o efeito contrário. Serve para revelar a simplicidade dos nossos mitos, ao mesmo tempo que os torna claros e compreensíveis por todos. O meu filho tem gostado do livro, talvez de um modo diferente de mim, mas essa talvez seja a prova acabada da força do que nos une enquanto comunidade. Uma coisa é certo, como se lê neste primeiro livro, “pouca gente conhece Wavetoon, mas posso garantir que é um lugar de sonho!". Um pouco como o surf, um mundo cheio de “nadas” que são, para nós, “tudo”.
Por Pedro Adão e Silva
publicado na coluna "Sal na Terra" da revista SurfPortugal.
colado do blog ONDAS.

02 dezembro 2008

Outras Ondas.

"D'orey é um homem da renascença. Se interessa por tudo. Surf, moda, política, arte, sobretudo música. Mesmo quando dropam apenas um assunto, os seus textos espelham essa diversidade de interesse e de referências culturais" (Arthur Dapleve, jornal O Globo)
"Fred D'orey faz a sua parte se colocando, provocando e fazendo refletir, revelando em seus textos curiosos, a forma original como enxerga os mundos, sempre com boa dose de coragem e um indisfarçável prazer em "épater les bourgeois". Fred, na contramão do crowd, diz o que quer, sem medo de ouvir o que não quer." (Paulo Lima revista Trip)
Estou louco para ler! Vamos torcer por um lançamento aqui na ilha de Wavetoon!
Aloha Fred! Vida longa ao Outras Ondas!
Vai lá! É no próximo dia 04, quinta-feira, às 20h, na Livraria Argumento- Leblon - Rio de janeiro.

26 novembro 2008

Calamidade em Santa Catarina.

Santa Catarina passa por um momento difícil devido à chuva forte que atinge o estado. Muitas pessoas perderam tudo, milhares estão desabrigados, e é urgente a necessidade do envio de alimentos não perecíveis, roupas, cobertores e colchões para os postos de atendimentos e coletas montados na maioria das cidades. E esse é a hora que podemos nos unir ainda mais para amenizar o sofrimento das famílias desamparadas pela chuva. A Fecasurf ciente de seu compromisso social pede a ajuda de todas as Associações de Surfe do estado, atletas, staff, parceiros, colaboradores, simpatizantes, para se engajarem nessa onda solidária, fazendo as doações de mantimentos aos desabrigados da chuva que atinge o estado. Surf é saúde, esporte é vida, e consciência é estar conectado com a natureza, é viver a coletividade e a solidariedade.

COMUNICAÇÃO FECASURF – Norton Evaldt - 48-9907-3415 - norton@fecasurf.com.br

21 novembro 2008

Fim das ondas em La Paloma?

Um grupo de empresas multinacionais esta anunciando a construção de um porto de águas profundas na cidade uruguaia de La Paloma. A praia de La Aguada será destruída e parte da zona balneária compreendida entre La Paloma e La Pedrera. Ainda não existem estudos dos impactos ambientais definitivos, mas é certo que além de acabar com as ondas de La Aguada outros picos de surf certamente sofrerão algum comprometimento seja ambiental ou de ondas. Os picos de Zanja Honda, Anaconda, Los Botes, Barco, Corumbá , Gavilan, Desplayado e outros podem ficar comprometidos. La Paloma fica distante 150 km do Chui, fronteira do Brasil. Um paraíso das ondas intocado em bons beach breaks e point breaks. La Paloma faz parte do Departamento de Rocha que apresenta grandes extensões de praias, lagoas, serras, planícies, áreas de natureza protegida, livres de contaminação humana. Um porto de águas profundas na região implica no trânsito de grandes navios de carga, instalações de gruas, praias de contenção, muitos hectares destinados ao tráfigo de caminhões com mais de 50.000 kg de carga nas estradas. Existe ainda uma planta gaseificadora e um gasoduto, o que significa um impacto ambiental imenso , suscetível a acidentes ou crimes ecológicos. A região possui ainda uma zona turística imensa, muito devido as boas ondas da região, que cresce ano a ano,com a criação do Porto estará também comprometida. Os surfistas uruguaios em todo o pais, já se articulam em oposição a obra. Os surfistas brasileiros e wavetoonenses que conhecem a costa do Uruguai sabem da beleza da região e de suas ondas devem aderir ao movimento pois os aspectos financeiros não podem ficar a frente dos danos ao meio ambiente. O Brasil e Wavetoon devem se juntar a esta luta ao lado dos irmãos do Uruguay, e preservar uma das regiões mais belas e conservadas da América do Sul. As fotos que seguem, mostram todo o potencial da região. O que vamos dizer aos nossos filhos , que deixamos acabar com La Paloma, não deixe isto acontecer.La Paloma esta ameaçada. ASSINE O PROTESTO.
Por / Mauro Escobar.

17 outubro 2008

VISUAL PETITION - Minds in the water.

Você já encontrou um destes dentro da água? Acho que sim. Quase todo mundo que pega onda já teve contato com estes seres e muitos de nós já compartilharam até ondas com eles. Quem fez contato, sentiu a vibe! Pois então, vai lá no site Visual Petition e participa deste movimento mundial para acabar com o massacre destes seres fantásticos.
A Visual Petition é uma iniciativa global de toda a comunidade do surf para acabar com o absurda crueldade cometida contra baleias, golfinhos e focas. Eles estão sendo brutalmente exterminados, pela estúpida voracidade comercial de alguns seres humanos, que envergonham-nos de pertencer a mesma espécie. Entra no site e assiste ao vídeo feito no Japão, depois participa da petição visual.
É importante!
É triste...
Para saber mais entre em http://www.visualpetition.com/

Minds in the Water - Visual Petition

19 setembro 2008

20 de Setembro - DIA MUNDIAL DA LIMPEZA DE PRAIAS

O mundo inteiro tem notado que, apesar da reconhecida importância do mar, estamos abusando deste precioso recurso. Com a idéia de que tudo o que desaparece nas águas não polui, transformamos algumas partes do mar em verdadeiras lixeiras, acabando com a vida marinha e com as possibilidades de uso para pesca e diversão. Preocupados com essa situação, ambientalistas criaram campanhas mundiais de conscientização sobre a poluição marinha, como o Dia Mundial de Limpeza de Praias. Todo ano, no terceiro sábado de setembro, o Centro para a Conservação da Vida Marinha ( CMC ) e o Clean Up the World Austrália, em conjunto com universidades, associações de moradores e institutos de pesquisa, organizam uma campanha de coleta de lixo em praias brasileiras. Neste evento, voluntários coletam, pesam e classificam o lixo em praias, rios e lagoas.

O resultado tem sido surpreendente : mostra que o plástico é o principal vilão na sujeira das praias. Quase dois terços de tudo o que é encontrado pelos voluntários é algum tipo de plástico. São garrafas de refrigerante, tampinhas, sacos, chinelos, tudo largado na areia! Que porcaria, né?! O pior é que tartarugas, aves, golfinhos e baleias podem confundir o plástico que fica boiando, com as lulas e águas vivas, de que eles se alimentam. Em 1993, uma baleia encontrada encalhada no litoral do Rio Grande do Sul tinha quase um kilo de plástico no estômago. Outros casos mais recentes são conhecidos para a Bahia e Rio de Janeiro, onde aves marinhas engoliram por engano pedaços de balões coloridos de festa. Que triste fim para estas criaturas do mar!
A primavera será diferente! Quando setembro chegar, junte sua galera e mostre que você está ligado no mundo ! Menos lixo nas praias, mais alegria pra todos nós. Os golfinhos e tartarugas agradecem!!!

14 maio 2008

Raica na Ehlas.

Não deixe de conferir a mais nova edição da revista EHLAS. Muito legal, tá show! Nossa mais talentosa fotógrafa e surfista Raica, também participa assinando uma coluna. A revista é direcionada principalmente ao público feminino e assim a partir desta segunda edição Raica estará sempre por lá, contando histórias, dando dicas de surf e falando sobre qualquer assunto que as leitoras sugerirem através do e-mail raica@ehlas.com.br.
Escreva para ela!

03 maio 2008

GANHE UM LIVRO WAVETOON!

Promoção de aniversário do blog.

As pessoas que responderem corretamente a pergunta abaixo, concorrem a 05 livros Wavetoon - a cultura surf em quadrinhos cada uma.
Quais são os nomes das cinco histórias do livro Wavetoon?

As respostas certas estão aqui no blog, é só procurar. Os participantes* devem enviar as respostas para contato@wavetoon.com.br - com o título “Promoção Wavetoon”. Entre os que acertarem a resposta serão sorteados 5 livros.
Os ganhadores serão informados por e-mail, e, após fornecerem seu endereço postal, o livro Wavetoon lhes será enviado de presente, sem custos.
Os e-mails com as respostas deverão ser enviados até o dia 20/05/2008. No dia seguinte a essa data, serão publicados os nomes dos ganhadores aqui no blog Wavetoon.
* Promoção válida somente dentro do Brasil.

11 abril 2008

Piratas invadem a ilha de Wavetoon!

Sabe aquele som que você não sabe que gosta porque ainda não ouviu?
Pois chegou ontem em Wavetoon, a banda do Rio de Janeiro chamada “Piratas do Rio” liderada por Zeca Proença, um legend do surf carioca . Vieram fazer aqui, o show
“Perturbando a Praia” que está rolando direto no Rio, todos os sábados, na Praia do Pepê.
Que surpresa legal! Eles fazem fusões inusitadas de rock, reggae, calypso, rumba e outros temperados ritmos latinos. Ontem à noite assisti a uma apresentação dos caras lá no Reggae & Marley e saí amarradão. Canções como Punta Hermosa, If not for you, Lobas Famintas, Skank e muitas outras, levantaram a galera e colocaram o bar abaixo.
Dá até pra baixar algumas delas clicando
aqui ou no site Píer de Ipanema.
Vale conferir!
Aloha Zeca!!!

22 fevereiro 2008

ZEN+SURF. Monja Isshin chega em Wavetoon.

Chegou ontem a Wavetoon a Monja Isshin, uma grande propagadora do Soto Zen Budismo, para falar aos nativos da ilha sobre o Zen e a Meditação para surfistas. A visita da monja tem o objetivo de dar inicio a uma nova Sanga em Wavetoon e à futura formação de um Centro Zen na ilha. A monja fará varias palestras por aqui e nos ensinará a prática do zazen (meditação zen). A galera compareceu em peso para ouvir a simpática e carismática monja, que pela manhã surfou um mar clássico no pier, acompanhada por Raica, Kadu e Lambari, seus anfitriões na ilha. Durante a palestra ela falou das suas percepções sobre a arte de deslizar nas ondas e fez maravilhosas metáforas de como aprender com o surf, a andar no fluxo, a fluir na vida.
Abaixo segue parte de seu depoimento.

“É uma maravilha sentir a força da água, a corrente levando a gente. É uma grande aprendizagem perceber a resistência no corpo, o medo de entregar-se - de deixar-se ser levado. No começo, agarrava a prancha com força total… Mas que maravilha a sensação de liberdade, ao relaxar o corpo e começar a tornar-me uno com a prancha e a água! E como é forte a descoberta que, soltando o corpo, entregando o peso para a prancha (e a água) é quando a gente passa a ter a maior estabilidade. Com maior estabilidade (o corpo solto e entregue), descobri que tinha mais espaço até para manobrar a prancha, exercendo o meu ‘livre arbítrio’, dentro da minha limitadíssima capacidade!
Descobri que não precisava ter medo de cair na água - que a água me acolhia até com uma certa suavidade quando tombava da prancha (ou seja, toda vez que tentava ficar em pé nela…). Também ficou clara a necessidade de manter a plena atenção, pois era necessário cuidar para não cair de cabeça e arriscar batê-la no fundo do oceano - que, nestas alturas, estava bastante próximo… Também era importante proteger a cabeça na hora de voltar à superfície depois de cair na água - evitando o risco de batê-la na prancha.
E não é a mesma coisa com a vida? Quanta resistência fazemos! Como sofremos de medo de nos entregar, de nos deixar ser levados pela grande corrente da vida! Que batalha que é para aprender a nos soltar - soltar o espírito, soltar a mente, abrir mão da tentativa de controlar tudo - abrir mão da rigidez, das opiniões, da falsa segurança daquela ‘zona de conforto’, do conforto do conhecido e da familiaridade .
Mas foi somente ao relaxar o corpo que pude perceber que estava segura na mão da água. E é somente ao relaxar o ‘espírito’, como em zazen, onde abrimos mão dos pensamentos, que podemos perceber que estamos seguros na mão do sagrado - que somos parte integrante dessa mão - nunca fomos separados dela. E é justamente na hora em que conseguimos nos entregar ao sagrado, deixando que a grande correnteza da vida se manifeste, que ganhamos o espaço para exercitar o nosso livre arbítrio, manobrando as nossas ‘pranchas’, aproveitando o máximo que podemos da onda que nos leva até a ‘praia’.
Enquanto resistimos, tentando ir contra a correnteza, as ondas vão-nos esmagar, mas, ao soltarmos, podemos nos divertir bastante durante a nossa jornada - surfando as ondas da vida. Podemos descobrir que errar não precisa ser o fim do mundo - pois não somente estamos sendo carregados nas mãos do universo, somos uma parte integrante do próprio universo, inseperáveis.”

Para saber mais sobre a Monja Isshin clique em http://monjaisshin.wordpress.com/about/

08 fevereiro 2008

Miss bikini na Praia Grande

Meu deussss, olha só para isso!!!
Aconteceu no fim de semana passado.
Sem comentários.

11 janeiro 2008

Finalmente!!!

Finalmente o lançamento do livro por aqui. A galera (muitos dos quais como eu, são protagonistas das aventuras) já estava meio indignada, pois em São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre o evento já ocorreu e o pessoal já leu ou está lendo o livro. O coquetel de lançamento ocorreu na Livraria Cultura da Praia Grande, centro de Wavetoon com a presença dos autores e de toda a fauna local. A festa rolou num clima de total alegria e descontração e pra fechar com chave de ouro teve um show irado do Rub e a apresentação de seu clip “No Mar” dirigido pela Raica e equipe.